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Para realizar grandes sonhos [ necessitamos grandes sonhos. [Hans Seyle]

 

 

Luiz Roberto Nuñesos Padilla

Home page em re-construção

 

Envie sugestões è padilla@portoweb.com.br

ou è padilla@pge.rs.gov.br

ou è padillaluiz@osite.com.br

 

 

 

A p r e s e n t a ç ã o do professor

 

Professor concursado da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) leciona desde 1992 nos cursos de Direito (iniciou ministrando Processos de Falência e Concordatas, passando à Prática de Processo Civil, denominação alterada, em recente reforma curricular, para Prática Forense; Organização Judiciária) e Educação Física (sobre Processo Disciplinar Desportivo "Fundamentos de Direito e Legislação Desportiva").

 

Iniciou na UFRGS como professor substituto, aprovado em 1 lugar em processo seletivo, em 1992, com validade de dois anos. Mas naquele mesmo ano participou de um dos mais concorridos concursos para professor da história da Faculdade: Havia 47 candidatos inscritos !

Ao final - 15 aprovados com média igual ou superior a 7.

Valoradas as provas e títulos, havia empate técnico dos três primeiros colocados, média final 9,33.

 

Iniciando atividades docentes

Iniciou atividades docentes em 1982 no Projeto Pericampus da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS.

 

De 1989 a 1991 - mediante 1 lugar em concurso público de provas e títulos - lecionou Teoria Geral do Processo e Processo do Trabalho na Faculdade de Direito da Furg. A foto acima foi colhida durante curso de Extensão ministrado na cidade de Rio Grande

No intervalo, até retornar à Faculdade da Ufrgs como professor, lecionou Processo Civil nas 5 últimas turmas do Curso de Preparação à Magistratura do Trabalho da AMATRA-IV- antes de ser criada a FEMARGS - em 1991 - e em cursos de extensão em direito e na formação de árbitros desportivos.

 

 

Participou de conferências, simpósios, seminários, etc., como apresentador, debatedor, ou organizador. Ultimada a primeira parte da Reforma do CPC pelas 4 leis aditadas no dia de seu aniversário (14/dez) em 1994, logo após a entrada em vigor de todas leis e mais as que implementavam a Ação Monitária e o Juízo Arbitral, em outubro de 1995 organizou na UFRGS de concorrido Curso detalhando-a. A foto ao lado, foi colhida no ano 2000 em uma das Conferências que ministrou.

 

Iniciou nas lides forenses em 1981, como estagiário, e chegou a Coordenador no SAJU, da Faculdade de Direito da Ufrgs.

 

Em 1983, conquistou o título de Bacharel na Ufrgs. Na foto ao lado, em 1998, encontro dos bacharéis de 1983. Mais tarde, em 1990, depois do curso regular, seminários, aulas, pesquisas e mais pesquisas, e muitos trabalhos, foi aprovado nas provas finais e didáticas do Mestrado em Direito da UFRGS coordenado pelo grande e inolvidável Prof. Dr. Clóvis Veríssimo do Couto e Silva, a cuja figura invulgar rende a homenagem de que, sem sua exigência e inspiração, não haveria o mais modesto brilho em nossa trilha acadêmica, salientando que o jurisconsulto deixou órfão a cadeira 42 da Academia Brasileira de Letras Jurídicas.

 

Embora acreditando que somos todos mestres e discípulos uns dos outros, sempre ensinando e aprendendo, aprendendo e ensinando temos orgulho + satisfação de continuar na Faculdade de Direito da UFRGS - desde 1977 e, nas festividades do centenário da Faculdade de Direito da Ufrgs em 17 de fevereiro de 2000, postar ao lado dos ex-professores.

Flagrante colhido em 16-11-1998 por Rebeca Axelrud mostra Luiz Roberto Nuñesos Padilla ao lado de seu ex-professor na Ufrgs, e atual Colega, Dárcio Vieira Marques, que exerce magistério também em Passo Fundo, onde foi aluno do Deputado Aldo Pinto, que está à direita.

 

Ingressando na Advocacia Pública

Em 1992 foi aprovado em concurso público de provas e títulos para Procurador do Estado; atuou na serra gaúcha até aceitar promoção para a classe final, em 1995, com lotação na PDPE - Procuradoria de Domínio Público Estadual, em Porto Alegre. Coordenou a Procuradoria de Caxias do Sul entre 1994 e 1995. Promovido, passou por todos estágios da carreira, chegando a Procurador do Estado Classe Superior.

 

 

Especialização Acadêmica

 

Ainda na década de oitenta, especializando-se em direito processual civil, contribuiu com iniciativas legislativas e de evolução jurisprudencial, inclusive com trabalhos da Comissão da atualização do CPC.

Em fins de 1996, contabilizava 2 centenas de trabalhos publicados entre monografias, obras coletivas e periódicos jurídicos (listagem ao final), ensejando citações em obras biográficas e bibliográficas, como nos CPC's de Theotonio Negrão e Nelson Nery Jr., Who is Who in America, etc.

Membro do IARGS, da ABMCJ, e do IBAP, integra diversos organismos e comissões e constam anotações de invulgar proficiência (à direita, fac simile de uma delas), menções de louvor e outras desse tipo nos assentos profissionais na OAB e PGE.

 

 

 

Membro Efetivo e atuante do Instituto Brasileiro de Direito Processual

No início da década de noventa, colaborou com estudos do IBDP Instituto Brasileiro de Direito Processual, que capitaneou as Reformas dos Processos Civil e Penal. Dia 13-8-1997, Assembléia Geral realizada em Brasília acolheu nossa proposta permitindo a criação, ainda naquele ano, da Seção do Rio Grande do Sul do Instituto de Direito Processual que, tendo à frente a dinâmica Desembargadora Berenice Dias, rapidamente acresceu centenas de gaúchos como membros da entidade que, há duas décadas, não apresentava crescimento no Estado.

O Instituto, apesar de criado na Faculdade de Direito da UFRGS durante o Congresso alusivo os dez anos do CPC em 1983, contabilizava, entre suas centenas de membros, apenas oito gaúchos, todos fundadores: Adroaldo Furtado Fabrício, Alcides de Mendonça Lima, Araken de Assis, Athos Gusmão Carneiro, Carlos Silveira Noronha, Galeno Lacerda, Ovídio A. Baptista da Silva, Teori Albinio Zavazki.

Entre 1983 a 1993 - embora a quantidade de estudiosos da Ciência Processual no Estado do Rio Grande do Sul - nenhum gaúcho foi admitido no Instituto.

Em 1993, em reconhecimento ao nosso esforço, ingressamos no Instituto e, quatro anos mais tarde, mantinha-se inexpressiva quantidade de gaúchos. Além dos 8 membros originais, apenas este batalhador havia ingressado.

Em 1995, por exemplo, no Congresso do IBDP em Brasília, o RS era a segunda delegação, em quantidade de membros. Perdíamos apenas para o local-sede, Brasília, e para a imbatível São Paulo. Apesar de nosso Estado estar muito mais distantes que Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e, até mesmo, Bahia, o RS superou-os em quantidade e qualidade de inscritos no Congresso.

Contudo, o RS continuava com apenas 9 membros, os 8 "jurássicos" fundadores, e mais este modesto batalhador, meio perdido em meio aos "figurões".

Porque a baixa representatividade gaúcha no Instituto ?

O Estatuto do IBDP exigia apresentação dos candidatos por dois membros e havia, vamos dizer, certas diferenças entre alguns ilustres processualistas - entre alguns agravando-se ao ponto da notória hostilidade Obviamente, eram incapazes de unirem-se para apresentar novos membros... Mesmo alguns que não participavam das hostilidades buscavam manter uma posição "orbital", eqüidistante, temendo serem sugados para meio do conflito. Além disto, as Diretorias Regionais eram nomeadas pela Diretoria Nacional, de maneira que, naquele contexto, a escolha de um nome era quase que a exclusão dos demais...

Trocamos idéias, conversamos com diversas membros, especialmente com alguns dos mais destacados Diretores tais como a Prof.Dr Thereza Celina Arruda Alvim Wambier, Vice-Presidente, o Prof.Dr. Carlos Alberto Carmona, atual Presidente, e com a Prof Dr Ada Pelegrini Grinover, então Presidente e, na Assembléia Geral do IBDP em 13-8-2000 sugerimos aproveitar a convocação, prevendo alteração estatutária, sugerindo mudança para permitir a administração regional por "Diretorias Executivas" ombreadas por um "Conselho Diretor".

Na mesma oportunidade, com apoio do prof. Nelson Nery Jr., apresentamos para sócios do IBDP alguns nomes de gaúchos, todos Professores de Direito Processual e presentes ao evento, os profs.: Ademir Fernandes Gonçalves (Coordenador Processo na PUC-RS), Ana Luiza Carvalho Ferreira, M Berenice Dias (então ainda Juíza de Alçada), Darci Guimarães Ribeiro, Dulce Helena Coelho Klein, Maria Cristina de Oliveira Silva, Marco Aurélio Bortowski.

Também lembramos do magistrado Antonio Janyr Dall Agnol Jr, professor da PUC. Mais tarde, ele agradeceu à lembrança informando que sua admissão havia sido sugerida em Assembléia anterior. Mas o fato é que seu nome não consta da relação completa dos sócios do IBDP publicada na publicação oficial do Instituto, a Revista de Processo, em 1997, volume 85, págs. 2 e 3.

A mudança do Estatuto, acolhendo nossa sugestão, permitiu superar o impasse. Impulsionar o Instituto.

Retornando ao Estado, enviamos uma carta circular a todos Diretores de Departamentos de Processo das 26 Faculdades de Direito do Estado pedindo repassar a todos professores de Processo Civil a informação da existência do Instituto de Direito Processual, que seria estruturado no RS, e que poderiam solicitar filiação anexando ficha de inscrição preenchida e curriculum.

Enquanto isto, a Desembargadora Berenice aglomerou alguns dos novos membros e outros, candidatos a membros, e foi marcada uma reunião, na Ajuris.

À ilustre Colega que capitaneava a organização, encaminhamos todas fichas de inscrição e curriculuns recebidos do interior mas, urgência de última hora impediu de comparecer - o que talvez tenha sido confundido com desinteresse, e - provavelmente na pressa dos Colegas, terminamos não sendo convocados para reuniões que sucederam àquela e nem para a Assembléia onde foi eleita a Diretoria Executiva Regional.

Conforme previmos na proposta aprovada em agosto de 1997, a Diretoria Executiva regional foi preenchida com pessoas recém ingressas nos quadros e os "figurões" - sócios originais do Instituto - foram convidados para justamente "figurar" no "Conselho Diretor" - Adroaldo Furtado Fabricio, Alcides de Mendonça Lima (logo a seguir faleceu), Athos Gusmão Carneiro, Galeno Lacerda, e Ovídio Baptista da Silva

Ausentes, no Conselho Diretor, três dos membros fundadores: Araken de Assis, Carlos Alberto Álvaro de Oliveira e Carlos Silveira Noronha.

Os dois primeiros teriam sido convidados, mas declinaram mas... Com relação ao professor Carlos Silveira Noronha houve um esquecimento, que também pode ser creditado à rapidez com que tudo aconteceu. Afinal, além de membro fundador desde 1983, o Dr. Noronha, Professor duplamente Titular na Ufrgs, é um dos mais importantes repositórios vivos de conhecimento jurídico. Procurando corrigir a pressa, inimiga da perfeição, em 2000 o Estatuto do Instituto Brasileiro foi alterado extinguindo Diretorias Executivas regionais - restando, de positivo, duas centenas de membros gaúchos como fruto das sementes que lançamos. Foto acima do alto do Hotel Nacional em Brasília, vista da Esplanada e, no fundo, o Congresso, colhida na data da Assembléia Geral, em 1997

 

Atualmente, está vinculado ao programa de Doutorado em Direito pela Universidade de Santiago de Compostela, Espanha, cuja defesa de tese programa para o primeiro semestre do ano 2002. Concluiu os créditos, de seminários e aulas, e está em intensa produção intelectual mas...

 

Mas é preciso falar de, e porque de, Santiago de Compostela!

 

 

Universidade de Santiago de Compostela

 

Compostela é uma corruptela de Campos Estelares.

Após a morte do Mestre, o Apóstolo Tiago (muito mais tarde Santo Tiago), foi pregar a fé na atual Espanha onde foi o desbravador, o primeiro evangelizador.

Brilhante, apareceu demais, começou a tornar-se muito importante e prestigiado em Jerusalém desagradando os sacerdotes, que incitaram o Rei Heródes a condená-lo à morte.

No ano 44 seu corpo teria sido transladado para a Espanha e esquecido.

Passaram-se os séculos e - uma noite - um monge avistou um feixe de estrelas que parecia cair da Via Láctea num determinado ponto da Galiléia que, constatou depois, era o local do túmulo do Apóstolo.

Era o ano 813, um domingo, dia 25 de Xulho.

Hoje, quando 25 de Xulho (assim que se escreve em Galego, idioma oficial na Galícia, região de Santiago de Compostela) coincide com domingo, as comemorações que já são grandes em Santiago ficam enormes...

Mas sobre o corpo do Apóstolo, foi reencontrado quase 8 séculos depois coberto de conchas - e as conchas tornaram-se o símbolo del camino.

A chuva de estrelas que indicou o local onde estava o corpo - e onde hoje está enterrado - deu nome à ciudad:

Campo Indicado pelas Estrelas - Campos Stellae - CamposSttelae - Campostella - Compostela

Essa opção pelo Doutorado em Compostela, revela razões intuitivas...

 

 

As origens da Família Padilla cruzam com as dos "Caminhos de Santiago".

 

 

Retomando hábito de escrever artigos e trabalhos mais profundos - abandonado nos últimos anos de separação, divorciado, re-vivenciando adolescência tardia (longuíssima história, coisa de giga bites, não cabe nesta home page...) e, retomando comunicações com amigos e parentes, constatamos na história da família Padilla, escrita pela tia Nury para o primeiro encontro familiar, que o caminho de Santiago de Compostela guarda relações com a chegada da família à Andaluzia.

 

 

O primeiro encontro familiar aconteceu dia 12 de outubro de 1998, em Rivera, Uruguai. Seguiram-se encontros familiares em Porto Alegre (10 de outubro de 1999) e Santa Maria (out/2000). Lamentavelmente, o próximo encontro será privado a presença física de Wolmer, recentemente falecido. O jornalista Paulo Sant'Anna, notório cronista da vida PortoAlegrense, dedicou uma coluna para registrar a característica alegria familiar do primo - que deixou o mundo dos vivos entristecido com sua partida (Zero Hora, 19-fev-2001 verso da contracapa)

 

 

Os avôs paternos, Francisco Padilla Cobo y Dolores Prat Ballejo, juntamente com o pai, Geronimo Padilla, chegaram ao novo continente há mais de cem anos... À esquerda, flagrante de 1999 dos 3 filhos de Geronimo Padilla (1896-1969): Nilson Viamonte Padilla(1930) Edy Padilla Adegas(1926) e Luiz Roberto Nuñesos Padilla (1958).

 

No ano1159, o nome español Padilla aparece pela primera vez em documento, referindo que:

"... empezó como apodo de un Gonzalo Padiella, pariente de la casa de Aza".

Padilla tem conotação de "sartén" (frigideira, vasilha de ferro de pouco fundo).

"Desde el punto de vista de su etimologia, este apellido se deriva del latin "patella", diminutivo de "patina", com el significado de "fuente o cacerola", palabra que en castellano antiguo se utilizaba para denominar una especie de horno para cocer el pan, para después adaptar el significado arriba mencionado."

"Variaciones dialectales de este apellido son Padiella, Padella y Paella (nonbre también de un plato típico valenciano que se cuece en una fuente grande redonda y no muy profunda, que se assemeja a una sartén).

"En España encontramos que este apellido procede de dos villas denominadas, Padilla de Arriba y Padilla de Abajo, que hay en el partido de Castrogeriz (Burgos), y por lo tanto, es un apellido de origen toponímico.

"Pedro de Padilla natural de Burgos pasó al Valle Rela de Leniz, del partido de Vergara (Guipuzcoa), y se estabeleció en el lugar de Bedona.

"Descendientes de estos Padilla pasaron a Vizcaya, donde emparentaron com distinguidas familias del Señorio.

"Un individuo notable com este apellido fue Juan de Padilla (1490-1521), militar español de la Guerra de los Comuneros contra el Emperador Carlos I de España y Carlos V de Alemania.

"Mas foi Rafael Fernández de Padilla y Parejo, que conquistou o título de Caballero de la Orden de Santiago y Administrador de bienes del estado en la ciudad de Córdoba; com su esposa Isidra, prestó servicios humanitarios durante la epidemia del cólera en los años 1854 y 1855, y la Reina Isabel II le concedió el título de Castilla y de Conde de Casa Padilla para el y sus sucesores expediendose el Real despacho del 27 de Mayo de 1856."

 

 

 

 

 Texto da tia Nury Padilla, escrito em 1998.

Na foto, è os avôs paternos, Francisco Padilla Cobo y Dolores Prat Ballejo, juntamente com nosso pai, Geronimo Padilla, e 6 irmãos e 5 irmãs.

 

 

 

 

 

 

 

 

E... 2001 ?

è Será (mesmo ?) uma

Odisséia no E s p a ç o ?

è Na terra ? .......m i s t i c i s m o

e ciência caminham para mesmo destino...

è Onde haverá espaço para todos !

Interessado no misticismo do Universo, em 1978 iniciamos estudos formais na AMORC è Antiga e Mística Ordem RosaCruz.

O Amadurecimento emocional alcançado após os 40 anos, permitiu retomar e aprofundar estes estudos, desenvolvendo trabalhos na área assistencial e espiritual.

 

Até a maturidade emocional, atravessamos uma formação cultural "multifária", uma impulsividade reveladora de insatisfação e ansiedade, mas com componentes do desejo de aprender sobre tudo, reforçadas pelas dificuldades no desenvolvimento afetivo-emocional que nos fizeram naquela fase um leitor compulsivo. Esse mecanismo de fuga da realidade foi fator importante para absorver conhecimentos que hoje são imprescindíveis. Faltava a habilidade de lidar com tantas informações, inteligência emocional. (Na foto ao lado, Marina aponta a Ponta da Sepultura em Bombinhas-SC onde descobriu poder ver peixinhos no fundo do mar)

 

 No ano de 1998 conjugaram-se fatores que permitiram alcançar nova concepção de desenvolvimento. Reflexão, análise, descobertas, projetos - como o de escrever sobre essa complicada existência para que nossa experiência seja útil, permitindo outros possam superar as mesmas dificuldades mais rapidamente... Colocar para fora todas informações absorvidas exige organização e revolução na forma de viver.

A transformação prosseguiu em 1999 e 2000.

Foi estabelecido o ponto de partida para a "teoria geral do tudo e do nada" - o nome provisório do "Rolismo", trocadilho infame com holismo...

 ç Marina, no seu primeiro dia de aula, com o papai)

Na verdade, sob pseudônimo de "o errado que deu certo" - a idéia era reescrever a "teoria da relatividade" para a aplicar não propriamente à ciência, mas à filosofia, religião e antropologias, relacionando-as com o conhecimento do universo, sua criação e funcionamento.

 

Esse interesse por tudo, e que nasceu cedo, hoje é motivado pelo colorido das filhas Marina Padilla (nascida em 24-8-1992 - na foto maior, acima à esquerda, está de rosa)

e Angela (na foto acima, a menorzinha, com bico), e por muitos sobrinhos e afilhados (como Rafael e Natália Azevedo Sombrio acima), e outros entes queridos, amigos, familiares (como Valkiria, a Vó Eny, Vanessa, Rafaela & Brenda à esquerda; Brenda aparece também mais uma vez à direita na montagem de fotos, superpondo imagens de Lucas e Thomas).

 

O exercício da expressão escrita foi adquirido em duas décadas atuando como operador do è no mundo jurídico onde a linguagem escrita é o instrumento...

 

A expressão oral e didática elaboradas em 10 anos de magistério jurídico superior e defesas orais. Tudo se soma à epressão artística è Ao lado, "Por do sol " - Um dentre dezenas de desenho a bico de pena realizados na década de setenta

  Há uma forte "pitada" de curiosidade insaciável, quase 40 anos indagando porque? Mas porque do porque? E porque do porque do porque ?

Tudo isto conduziu a um crescente intercâmbio de idéias e informações, facilitados pela internet.

Hoje, divulgamos idéias próprias ou editadas, com a pitada do bom humor característico da família. Desejando participar desse intercâmbio envie e-mail para nós -> padilla@portoweb.com.br.

 

 

 

 

------------ Importante fator de desenvolvimento pessoal

 

Esta apresentação seria incompleta sem registrar a importância das artes marciais, em especial do Karate, em nossa vida.

O aprendizado de técnicas de defesa pessoal orientais iniciado em maio de 1975 estabeleceu porto seguro, um ponto de referência sadio protegendo das armadilhas da vida. Permitiu seguir pelos turbulentos caminhos que a vida conduz quem sofre os bloqueios emocionais decorrentes de ser afastado de ambos pais, ainda na infância, sobreviver preservando bons valores, permitindo uma maturidade emocional na virada dos quarenta anos.

 

Arbitragem e administração desportiva

Árbitro desde 1990, em 1992 passa (também) a dirigente desportivo, iniciando como Diretor Jurídico da Confederação Brasileira de Karate. Em janeiro de 1997, em disputada eleição conquista Presidência da Federação Gaúcha (gestão 1997-2001). Em 20 de janeiro de 2001, a Assembléia Geral da Confederação aprovou como Coordenador Nacional de Arbitragem e Presidente da Comissão Nacional de Controle de Árbitros para 2001-2005.

A partir de 1997, atua na Direção da Associação das Federações Desportivas do RS, que congrega uma centena de entidades de administração do desporto (gestão 1997-2000); participou de dezenas de eventos nacionais e internacionais como árbitro e dirigente de delegação. Em 1998, foi Coordenador Geral do XIV Campeonato Mundial de Karate, no Rio de Janeiro.

Em agosto/setembro de 1996, chefiou a Delegação Brasileira ao XXII Annual T. onde foi reconhecido como 4 Grau em exame na Gojukai-Japão, em Nagasaki, em viagem oficializada pela Portaria n. 4879 da Magnífica Reitora da Ufrgs, processo UFRGS 23078.020869/96-33.

 

 

Algumas pessoas possuem idéias fantasiosas sobre karate e outras artes marciais, culpa de sofríveis filmes de pancadaria.

 

Nada a ver...

Imagine-se no Século XVIII è o povo era oprimido, proibido uso de armas no arquipélago de Okinawa - é um grupo de ilhas 800 km ao sul do Japão, e distante 700 km do litoral chinês - ao qual é "ligado" por correntes marítimas.

Na verdade, a proibição do uso de armas quaisquer, espadas, facas, arcos, lanças, armas de fogo, ou outros iniciou no shogunato de Toyotomi Hideyoshi, em Agosto de 1588

Um povo desarmado, um governo prepotente e ditatorial...

Lembras algo ?

Para combater o invasor, foi desenvolvida uma delicada e equilibrada combinação de técnicas locais intuitivas e da observação da luta dos animais somado aos ensinamentos do Templo Shaolin, na China.

As técnicas desenvolveram-se em segredo. UM discípulo, cuidadosamente escolhido pelo mestre.

A eficiência, comprovada em incontáveis combates, fez crescer essa preocupação de impedir acesso às técnicas a pessoas que pudessem passá-las ao inimigo, ou revelar os locais de prática. Via de regra, o Karate cresceu elitizado. Só era ensinado a estudantes rigorosamente selecionados.

O desenvolvimento paralelo por diversos mestres, conjugado a fatores políticos, provocou divisão em grandes escolas ou estilos: Shotokan, Goju, Wado, Shorin, Shito, etc, conjugados aos sufixos do, kan, ryu ou kay para expressar caminho, escola, união, associação. Mais tarde, os estilos subdividiram-se em linhagens, cada mestre enfatizando suas peculiaridades...

Mas - embora diferentes ênfases nas técnicas - todas Escolas conduzem ao mesmo destino, o propiciando o crescimento - como ser humano, auxiliando o praticante a superar seus medos, traumas e outros obstáculos que impedem desenvolvimento.

Vejamos algumas peculiaridades das primeiras e mais difundidas escolas:

Gojuryu é a escola mais antiga, de Okinawa. Fixa-se no equilíbrio na dualidade: go = força; ju = leveza/velocidade, e sua alternância, para quebrar o ritmo e as defesas do adversário. Ao lado, símbolo da Japan Karate Federation Gojukai

 

Desenvolve técnicas de corpo a corpo extremamente eficientes que, em sua maioria, não podem ser demonstradas sem ferir gravemente o adversário. Muitas das técnicas do Jiujitsu originam-se do Goju de Okinawa. Após a morte do fundador, mestre Myagi, o Goju subdividiu-se em duas grandes linhagens: o Goju "tradicional" de Okinawa que tentou se manter imutável, e o Goju Japonês, da Gojukai, que busca aperfeiçoar as técnicas, justificando mais recentes subdivisões nascidas muito mais por motivos políticos - como o da Escola do Mestre Yamaguchi, antes diretor da Gojukai.

 

O nome GO+JU expressa o equilíbrio na dualidade

Equilíbrio entre a força+terra+base-firme = go e a

Leveza+velocidade+ar+despreendimento = ju è

Completados por ryu que expressa "associação".

Esta Escola - como arte de defesa pessoa, prioriza o corpo a corpo, as lutas a curta distância, e com constantes alterações de centro de gravidade para vencer o adversário. Os golpes curtos são impróprios para uma competição porque, na maioria, não podem ser demonstrados sem risco à integridade física do adversário.

A virada do século, e evolução da sociedade, criaram um desejo de que fosse possível competir sem a necessidade de que o combate terminasse em sérios danos para os vencidos. Nascia o estilo Shotokan, primeiro totalmente japonês. Literalmente o nome significa escola (kan) do calígrafo (shoto) porque o mestre criador, Funakoshi, era um artista das letras, caligrafia, a qual exige conhecimento de milhares e milhares de ideogramas, conjugados à coordenação e paciência para os pintar. A "escola do calígrafo", onde o nome método era ensinado e aperfeiçoado, transformou-se no nome do estilo que prioriza a antecipação, em golpes mais longos, interceptando o adversário no meio de sua trajetória em nossa direção. Possibilitou competições mais ainda havia acidentes. Os golpes podiam ser demonstrados com menos vigor mas era necessário os aplicar ainda que de maneira controlada. O adversário desloca-se em nossa direção e se não o golpearmos, ele vai nos acertar mesmo que nossa técnica tenha sido "demonstrada". A única forma de deter o adversário será exercitando uma aplicação controlada da técnica, isto é, um sujeito que tem um soquinho com impacto de 50kg ou mais desfere um golpe controlado liberando "apenas" uns 10% a 20% da energia. Algo em torno de 10Kg. Você sabe o que são 10kg de impacto no rosto, ou em algum ponto sensível, como uma costela flutuante, o plexo "solar", etc? Muitos saiam machucados dessas competições.

O nome do estilo Wado expressa o objetivo de todas escolas de karate:

"do" = caminho

"wa" = paz-harmonia do espírito

Talvez seja justo o nome Wado à caminho da paz do espírito, porque esse estilo nasceu do objetivo de possibilitar competições com o mínimo de acidentes.

As prioridades das outras escolas era a força no Goju e a antecipação no Shotokan, ambas tornando inevitável atingir o adversário - ainda que controladamente.

Criado pelo Mestre Otsuka com objetivo de difundir ainda mais o karate, popularizando as competições: sua ênfase é a esquiva (taisabak), evitando o confronto direto.

Pela primeira vez, permitiu ao praticante franzino, pequeno, fraco na constituição física, encarar uma competição com um oponente muito forte sem a necessidade de aplicar os golpes para se proteger

Aos poucos, tal qual os estilos modernos nascem dos mais antigos, na constante espiral evolutiva dos conhecimentos, as escolas antigas foram aprendendo com as modernas, e hoje todas praticam, em nível de competição, idênticos treinamentos.

Registramos, a bem da verdade, que - como em tudo na vida, há exceções - escolas "tradicionais" avessas à evoluções.

Há outros estilos, e diversas subdivisões, muitas delas nascidas e mantidas mais por divergências políticas (quando nào financeiras) entre os "mestres". Para uma idéia da quantidade de subdivisões observe, por exemplo, as que existem no estilo que praticamos, o Gojuryu, a partir da página è http://www.geocities.com/Colosseum/Bleachers/6758/

Na página que segue, também permindo uma idéia da diversidade de escolas e subdivisões, aproveite para conferir a posição de nosso Mestre Akira Taniguchi, que viveu no brasil por mais de três décadas antes de retornar ao Japão, em relação ao fundador do estilo e demais mestres das outras subdivisões: http://www.geocities.com/Colosseum/Bleachers/6758/GojuRyuLineageChart.htm

Hoje, os estilos mantém suas próprias competições mas - em todo mundo - as principais competições são realizadas pelas federações desportivas que reúnem todos estilos de Karate, tanto no kata quanto kumite.

 

 

 Federação Mundial de Karate, entidade maior da modalidade, vinculada ao Comitê Olímpico Internacional, em seu logotipo ou logomarca vislumbramos os cinco anéis olímpicos, representando todos continentes, unidos, entrelaçados no esporte: África (preto); Ásia (amarelo); Oceânia (azul); América (vermelho) e Europa (verde). As cor vermelho é associada à América em alusão aos índios; a cor verde é associada com as florestes européias.

Pesquisa realizada pela empresa de marketing global Sponsorship Reserch International em nove países de cinco continentes (Brasil, Estados Unidos, Austrália, Alemanha, Índia, Japão, Jamaica, Nigéria e Inglaterra) identificou os cinco anéis olímpicos entrelaçados como logotipo com o mais alto índice de associação do mundo: 78% dos entrevistados sabem o que significa.

Ilustra o significado desse índice uma comparação com duas das empresas que mais investem em publicidade, e que ficaram em segundo lugar na identificação popular com 72%: a concha da Schell e os arcos amarelos da McDonald's. O movimento olímpico para união dos povos através do esporte é tão expressivo que os arcos olímpicos idealizados há apenas um século alcançam reconhecimento superior à símbolos milenares, como a cruz do cristianismo. Na mesma pesquisa a cruz do cristianismo, símbolo muito mais antigo com quase dois mil anos, foi identificada por 44% dos entrevistados. Isso motivou o título da manchete da revista Veja: "anéis batem a cruz" em 15 de maio de 1996, p.103 ["Olímpíadas"]

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Diz-se Karate- para enfatizar sua fundamentação filosófica (dô ó caminho) característica da maioria das artes marciais orientais e inexistente n'outras modalidades desportivas.

Todas as artes marciais originárias do oriente possuem um "espírito" bem definido, o vivo até hoje porque não há como progredir numa arte marcial sem o Do - o aporte que o zen-budismo oferece aos praticantes de artes marciais japonesas, de maneira direta ou indireta. O Do expressa a escolha de um caminho que o praticante percorrerá até o autoconhecimento. É a filosofia que conduz o homem a encontrar sua própria essência, percorrendo a via conhecida como Budo: Caminho da Iluminação. Paralelamente, também é praticado o zazen, ou seja, meditação zen-budista propriamente dita.

 

Os tempos mudaram, e a prática do Karate evoluiu

O karate democratizou-se: os mestres não escolhem os discípulos. Por livre iniciativa, e preços normalmente acessíveis, os locais de treinamento (dojos) espalhados em clubes, academias e entidades variadas estão abertos a qualquer pessoa disposta a aprender.

Mais que uma defesa pessoal, hoje é praticado como atividade física intensa conjugada à expressão da filosofia e que prepara o praticante para um esporte de competição. Juntamente com a prática, os professores transmitem lições de vida, induzindo à filosofia, à introspeção. Para mudança de "faixas", o aluno submete-se à prova escrita.

A mudança de faixas é bastante simbólica. O praticante inicia na faixa branca, e vai "crescendo" com cores cada vez mais escuras (cinza, amarela, laranja, azul claro, bordô, verde, roxa, marron) até chegar na faixa preta. Corresponde ao que acontece com o interior praticante. Na faixa branca, ele possui a inocência, a leveza, do que nada sabe, e com nada se preocupa. Na faixa preta, a mente está repleta. É quando o praticante descobre que quase nada sabe, apesar do muito que aprendeu. Está inquieto. Mas os treinamentos anteriores lhe dão forças para progredir e ele segue. Sua faixa preta, que vai acompanhá-lo pelo resto da vida, e simboliza seu espírito, com o passar do tempo vai desbotando, vai esfarapando, permitindo aparecer a entretela branca que por baixo do peno preto. Simboliza que o mestre está se aproximando da paz de espírito e da tranqüilidade de saber muito...

 Reconhecido pelo Comitê Olímpico Internacional - COI, o Karate participa de todos Jogos Olímpicos Continentais e Intercontinentais. Em breve, ingressará nos Jogos Olímpicos Mundiais, popularmente conhecidos como Olimpíadas.

A união de todos estilos na All Japan Karate Federations unificando as competições levou à criação de muitas associações pelo mundo e que hoje - ao par de diversas entidades que pouco a pouco se aglutinam - estão representadas na WKF - World Karate Federation, vinculada ao Comitê Olimpico Internacional.

Até 1985, quando as regras começaram a se modificar, era muito fácil arbitrar uma disputa.

Exagerando - para ilustrar a revolução, podemos dizer que o atleta que permanecia em pé era o vencedor...

Os golpes eram aplicados de maneira controlada.

Um bom atleta possui um soco poderoso, chega a potência de 80kg.

Aplicar golpes controladamente, isto é, com uma parcela de sua força... significa uns 10% a 20%.

Um impacto de 10kg no rosto é devastador... Havia acidentes graves e quase todos saiam machucados.

Após 1985, na modalidade Olímpica, os golpes devem ser apenas demonstrados, e são avaliados pelos árbitros.

A diferença é "brutal" ó antes se aplicava o golpe, ainda que controlando mas hoje apenas se demonstra - sem aplicar...

Não pode haver contato; é proibido transmitir energia ao adversário e traumatizá-lo. Há um complexo conjunto de regras, tanto para atribuir pontos, como para penalizar, que fazem dessa modalidade tão ou mais complexa que uma competição de ginástica olímpica, com o agravante de serem dois atletas movendo-se ao mesmo tempo, e não apenas um a ser avaliado como na ginástica.

Veja como pode ser complicado arbitrar karate:

Uma boa técnica, que vale um ponto (ippon), deve reunir todos os seguintes requisitos, e corresponde a um golpe demonstrado que, se a competição fosse um combate real, provavelmente colocariam o adversário em desvantagem, deixando-o sem defesa ainda que por breves instantes permitindo - na seqüência, a aplicação de um golpe decisivo e cujo impacto não poderia ser absorvido; quando uma técnica possui uma pequena deficiência (será explicado a seguir) de forma que, se o combate fosse real, talvez surtisse efeito, atribui-se meio ponto (wazari):

(a) o primeiro requisito do ponto é a inequívoca demonstração de atenção após o golpe, a disposição-possibilidade de aproveitar a vulnerabilidade do adversário (zanchin); se não houver zanchin, não há nada, sequer meio ponto:

(b) na aplicação até o recolhimento do golpe antes de atingir o oponente deve haver vigor, energia, demonstrando que se o combate fosse real haveria possibilidade de efetivo dano ao oponente; se não houver aplicação vigorosa, não há nada, sequer meio ponto;

(c) a forma deve ser correta possibilitando efetiva transmissão de energia, as técnicas de Karate derivam do estudo das possibilidades de movimentos do corpo (cinesiologia) e todas técnicas eficientes constituem um somatório de vetores de forças, especialmente do quadril. Para ocorrer a soma das energias dos diversos segmentos do corpo em movimento, deve haver harmonia. A boa forma é a harmonia do movimento do corpo; em alguns casos onde a forma for um pouco deficiente, mas ainda assim permitindo a transmissão de energia, há meio ponto;

(e) ainda que uma técnica tenha boa forma, ela pode não valer nada, porque deve ter como alvo uma zona pontuável; além disto, deve ser efetuada a uma distância correta, nem muito perto, impedindo sua conclusão efetiva, nem um pouco distante, com perda de potência; há uma distância que permite a máxima transferência de energia para o ponto de aplicação; os atletas estão em movimento e nem sempre a distância é adequada; se a distância é um pouco inadequada, ou seja, haveria transmissão de energia, não toda, mas parcial, confere-se meio ponto;

(f) por fim, mas não por menos, há o que chamamos tempo correto isto é, a aplicação da técnica exatamente em um momento em que o adversário não pode absorver a energia do golpe porque está alterando seu centro de gravidade (por exemplo, quando o adversário se movimenta), ou soltou todo ar, ou se permitiu distrair cm uma técnica de dissimulação... Será caso de ponto quando o adversário não consegue esboçar um reação eficiente. Poderá ser caso de meio ponto quando o adversário intenta uma reação e ela possivelmente reduziria a transmissão da energia. Caso a disputa fosse um combate real, não se sebe se o golpe aplicado provocaria, ou não, a fragilização; como se está diante de um talvez fosse eficiente, atribui-se meio ponto.

Em termos reais, a diferença entre um ponto e meio ponto é de apenas 10% a 20%.

Na verdade, tudo acontece numa fração de segundos e o árbitro muito mais sente se foi ponto, ou meio ponto, do que propriamente vê e analisa. Havendo sensação de ponto, o árbitro central (suchin) para a luta e ganha um ou mais segundos, enquanto os atletas retomam suas posições iniciais, para analisar o que viu e decidir o que fazer, em sintonia com os árbitros auxiliares (fukuchin).

A possibilidade de erro da arbitragem, especialmente em razão de mecanismos destinados a evitar acidentes como o de atribuir ponto ainda que a técnica seja controlada há 10cm de distância do rosto, para evitar que tentem controlar ainda mais perto, ou da busca pelo ponto e relativa flexibilização do critério para atribuir meio ponto, tornou necessário elevar o escore para vitória. Até 1985 ganhava-se com um ponto (shobu-ippon) porque não é necessário mais do que um golpe "nocauteador" para a vitória. Agora, necessários 3 ippons (shobu-sambom = 3 pontos) fazendo prevalecer a superioridade técnica e evitando que, por um acidente ou decisão equivocada, um dos atletas vença.

Algumas fotos que realizamos nos Jirgs em 1998, ilustram os critérios para pontuação, especialmente o que chamamos tempo correto: Aplicação da técnica exatamente quando o adversário não pode absorver a energia do golpe. As fotos flagram o preciso instante de centésimos de segundo quando o soco passou da guarda do adversário e, antes de permitir reação, toca-o ao nível de pele/protetor, e sem completar o golpe e transmitir energia, o braço retorna, recolhido vigorosamente. A aplicação foi vigorosa apesar de, no ângulo da foto, muito alto, haver impressão de que a forma é baixa. O árbitro deve saber avaliar as influências do ângulo de onde se encontra.

 A técnica foi precedida de finta com mudança de altura e posição que permitiram confundir o adversário e penetrar sua guarda sem reação. A técnica foi alongada para aumentar a eficiência e penetração, mas pode-se perceber a soma das forças no ponto resultante. O atleta é Handel Dias, que - sem prejuízo de ter sido um excelente aluno no Direito da PUC, e um dos mais elogiados estagiários do Tribunal de Justiça, onde hoje é assessor na Presidência, acumula diversos títulos, inclusive internacional, no XXII Campeonato Japonês, e é uma esperança de medalha olímpica para o RS, demonstrando que os desportos que exigem desenvolvimento intelectual, como o Karate, anda de mãos dadas com o progresso cultural. Ao fundo, o Mestre Te Boo Lee, Presidente da Federação de Tae Kwon Do, outra modalidade de arte marcial, mas de origem coreana, assiste à luta, onde era disputado o primeiro lugar. O árbitro central é o professor Ildo Salvi, de Lajeado

 

A partir de 1985, quando a extinta WUKO - World Union of Karate Organizations acatando exigências do Comitê Olímpico, a escola Kiokushin decidiu ficar fora do conceito de karate, mantendo a sistemática de competições com muito contato entre os atletas. Desta forma, o Kiokushin é luta de contato, onde um atleta bate no outro para obter pontos, não podendo ser confundido como "modalidade" de Karate porque neste não pode haver contato. Essa diferença "brutal" foi juridicamente registrada pelo CND, Conselho Nacional dos Desportos, ainda na década de oitenta. Através da Resolução n 19/86-CND, publicada no Diário Oficial de 12.12.1986, e que consta do livro de normas do CND de 1986 pág. 67, o CND declarou que a modalidade de luta e desporto Kiokushin - embora tenha origem no Karate, não pode mais ser confundido com este porque - o Karate proíbe o contato, mas no Kiokushin a luta é de contato.

Desde 1986 passou a denominar-se "Luta de Contato Kiokushin Oyama".

Sendo luta de contato, o Kiokushin está sujeito a acidentes, como o ocorrido em 1999 em São Paulo e que vitimou um jovem. Órgãos de imprensa supostamente respeitáveis como a Revista Veja, e Jornais Zero Hora e Correio do Povo de Porto Alegre, noticiaram de que o rapaz havia morrido numa competição de "caratê".

 

Mas o que podemos esperar de um órgão de imprensa que insiste aportuguesar para "caratê" quando - não raro na mesma página, escreve sobre "padlle", "speed2000" e outros esportes com nomes estrangeiros...

O Karate (com k !) é esporte reconhecido há décadas pelo CND.

Reconhecido, isto é juridicionalizado no território nacional

 

 

POPULARIZAÇÃO DO KARATE

Eliminado o contato a partir de 1985, reduzidos os riscos de ferimentos, cresceu a procura, especialmente no público feminino e infantil.

A realização das competições entre todas escolas(estilos) de Karate conduziu a um aperfeiçoamento geral.

 

No Campeonato Mundial do Rio de Janeiro, em outubro de 1998, havia mais de dois mil atletas, representando mais de cem países. Assista às finais de Kata e Kumite do XIV Campeonato Mundial, peça fitas k-7 pelo mail padilla@portoweb.com.br

Na verdade, cada uma das escolas constituem caminhos similares, paralelos, para chegar ao o crescimento pessoal e espiritual.

Embora alguns caminhos possam parecer mais tortuosos, isso depende do ponto de vista. Todos conduzem à iluminação.

Como ensinou Don Juan para Carlos Castañeda, o importante é seguir um caminho que tenha coração, isto é, a mente está aberta à auto-descoberta e conhecimento, e intuitivamente o ser humano desenvolve seu potencial.

 

Após um período de aparente prejuízo à técnica pela competicionalização, há uma revitalização, a redescoberta de que o Karate é muito mais que competição.

 

É possível ao karateísta desenvolver suas técnicas sem jamais se preocupar com competições, mas o contrário é impossível. Um bom praticante de karate poderá se tornar um excelente atleta mas será impossível um atleta melhorar sua performance sem aprimorar-se nas técnicas do treinamento não competitivo que conduzem ao desenvolvimento da pessoa, isto é, como ser humano.

  Fragrante do XIV Campeonato Mundial. Albert Schindler Jr., Presidente da Federação da Baviera e do Comitê Organizador do Campeonato Mundial realizado em outubro de 2000 na Vila Olímpica de Munique, Edgar Ferraz, Presidente da Confederação Brasileira de Karate, Vice-Presidente da Federação Pan-Americana e Membro do Comitê dirigente da FMK-WKF Federação Mundial de Karate; e Luiz Roberto Nuñesos Padilla, Coordenador Geral da Competição realizada no Rio de Janeiro em 1998.

 

Modernamente, junto ao treinamento padrão e diferenciado de cada uma das escolas - que constituem os meios para o praticamente elevar seu nível - há o treinamento desportivo, "calibrando" as técnicas para uso nas competições.

Com o tempo, quem sabe, superaremos as divergências políticas existentes entre os líderes das escolas, com maior maior uniformidade de técnicas de treinamento, seguindo a tendência evolutiva moderna - a filosofia holística, afinal, todas as escolas são, na verdade, salas de aula da mesma escola, a que ensina a travar a luta da vida pela superação dos limites. Importante despertar os participantes para a nova concepção do universo, e do conhecimento, em que o karate e outras artes marciais representam importantes papéis.

 

H o l i s m o

 

Na concepção medieval proposta por Descartes, e que era NECESSÁRIA naquela época, o "Especialista" era quem sabia cada vez mais

sobre cada vez menos.

Aprendia cada vez mais sobre uma parcela cada vez menor do universo

Até saber tudo sobre quase nada.

A pretensão era "decompor" o universo em múltiplas partes, permitindo conhecer o funcionamento de cada uma delas, semelhante ao mecanismo do relógio.

Pela analogia com o relógio, essa visão ficou conhecida como "mecanicista".

 

Foi um estágio do conhecimento,

do qual felizmente passamos

embora alguns ainda não tenham percebido.

 

Uma nova visão, denominada de holística, começa a surgir na proximidade do novo milênio, sendo é fundamental para permitir ampliar nossos conhecimentos que, na visão mecanicista, não terão mais como crescer.

 

Alcançaremos a compreensão da vida e do mundo como uma realidade integrada, onde nada é isolado, tudo, todas coisas, todas pessoas, todos acontecimentos, estão relacionados

 

Porque cada parte está no todo, assim como o todo está nas partes

 

As artes marciais tem importante papel nesse despertar.

 

 

O nome (holismo) deriva de "Hol" do grego hólos, hóle, hólon, querendo expressar 'inteiro', 'completo";

A "tendência, que se supõe seja própria do Universo, a sintetizar unidades em totalidades organizadas.

 

Introduzir essa abordagem é importante, não apenas para os professores de disciplinas desportivas, e de artes marciais, mas para todos nós, inclusive os operadores do Direito, porque todos somos MESTRES E DISCÍPULOS uns dos outros.

(1) Estaremos despertando para visualizar nosso papel num contexto global, universal;

(2) Aparelhamo-nos para conscientizar nossos micro-cosmos, isto é, os grupos sociais onde vivemos e trabalhamos, para a nova concepção e sua importância no universo em evolução.

 

Pouco a pouco, a união dos modernos conhecimentos de psico-neurolinguística à ciência do movimento vem permitindo o desenvolvimento individualizado dos atletas conforme seu biotipo, separando o treinamento de karate - arte marcial e filosofia - do treino de competição.

 Demonstra a eficiência desse treinamento método desenvolvido e pelo professor Antonio Oliva (na foto, à nossa direita) inicialmente à seleção espanhola.

Até a década de setenta, a Espanha foi um país sem tradição no Karate. O resultado mais expressivo, em toda história da Espanha, havia sido uma medalha conquistada pelo professor Oliva no Campeonato Europeu.

 

Antonio Olivia (na foto à esquerda demonstrando sua integração ao ambiente gaúcho, demonstrando um chute frontal enquanto sorve chimarrão vem aperfeiçoando uma técnica de psiconeurolinguística desportiva para o treinamento e competição, válida para qualquer esporte de luta, que desenvolveu a partir de décadas de observações de competições e estudos que combinam ciência e misticismo.

 

Aplicando esta técnica, em quatro anos de treinamento transformou a Espanha na maior potência mundial da época, conquistando ouro na competição por equipes masculinas e diversas medalhas individuais no Campeonato Mundial de Granada.

Em 1998 (4 a 7 de setembro de 1998 em Porto Alegre) e 1999 (de 27 e 28 de maio, na cidade de Caxias do Sul, e nos dias 29, 30 e 31 de maio, na Capital do Estado) o professor Oliva transmitiu um pouco de sua sabedoria, não apenas em artes marciais, onde possui graduações em Aikido, Judo e Karate (7 Grau-Dan), mas em filosofia, misticismo temperados com muito bom humor, como podemos ver nos flagrantes colhidos nos intervalos dos cursos, e que terminaram com um Sushi fantástico.

 

Como modalidade de exercício físico e cultivo da firmeza dos movimentos, o Karate conquista novos praticantes na terceira idade nos países do leste europeu.

Entre os deficientes físicos ou mentais, e pessoas com dependências, o karate apresenta resultados que surpreendem os especialistas médicos, aumentando a coordenação motora, capacidade de concentração e força de vontade para evitar recaídas muito além das médias. Tudo porque, frisamos, mais do que o corpo, o Karate desenvolve a harmonia do corpo com o espírito.

O esporte possui várias funções na sociedade contemporânea. Os benefícios da prática de Karate como desporto são notórios. Reportagem na revista Veja ("A lista da boa forma". São Paulo: Abril, p. 90 a 99, 18 abr. 1995) ouviu especialistas que classificaram o Karate como um esporte bastante completo: obteve boa atuação na queima de calorias (800 kilocalorias por hora), aumento de massa muscular, coordenação motora, flexibilidade e desenvolvimento cardiorrespiratório.

É excelente na formação de adolescentes, desenvolvendo intuitiva valorização da humildade, disciplina, persistência, respeito, honestidade, entre outras qualidades.

Canaliza a agressividade - provocada na adolescência pela alteração hormonal - ao mesmo tempo que propicia o desenvolvimento-amadurecimento moral e intelectual.

Progredir no karate corresponde a desenvolver espiritual, emocional, intelectual. Ao longo do aprendizado, a maior luta do praticamente é sempre consigo mesmo.

A Arte das Mãos Vazias (kara vazio, te mão) ou de encontrar o vazio (paz interior) através do controle mental e espiritual sobre o corpo, abrange Alma, Corpo e Mente, em constante harmonização.

Cumprindo previsto na 90 Sessão do COI Comitê Olímpico Internacional, e em perfeita sintonia com o ideal olímpico, desde 1995 o Karate participa de todas disputas olímpicas Continentais e Intercontinentais em todo mundo, como Jogos Olímpicos Mediterrâneos, Europeus, Asiáticos, Africanos, Oceânicos, etc.

Nos Jogos Pan-Americannos de Mar del Plata, Argentina, entre 11 e 26 de março de 1995, o Brasil conquistou 82 medalhas, a melhor campanha no número de medalhas. Dessas, 20 provieram de 7 modalidades de luta, Boxe, Esgrima, Luta Grego-Romana, Luta Livre, Taekwondo, Judo e Karate. Na primeira participação, com equipe montada "às pressas", o Karate conquistou cinco das vinte medalhas !

Nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, em julho de 1999, no Canadá, o Karate foi o esporte mais elogiado pelo Presidente do COB Comitê Olímpico Brasileiro na entrevista concedida à Revista Isto É. As medalhas conquistadas pelos Karatecas permitiram que o Brasil superasse à Argentina no quadro geral da competição.

Em Sidney'2000, foi impossível contornar a necessidade de reduzir o contingente de atletas, e como o COI Comitê Olímpico Internacional reconheceu definitivamente a entidade mundial do Karate quando o planejamento dos jogos estava completo, em 1999. George Yerolimpos, do Comite Olímpico Greco, garante o ingresso do Karate nos Jogos Mundiais de Atenas, no ano 2004.

Quem sabe você, seus irmãos, seus filhos, sobrinhos, um Colega ou vizinho, não estarão lá com um "kimono" verde amarelo ?

Site da WKF -> http://www.wkf.net/   Fotomontagem do professor Nelson D'Avila Guimarães (projet-art@cpovo.net), ex-Presidente da Federação Gaúcha de Karate gestões 1989-1991 e 1992-1997, membro titular do CRD - Conselho Regional de Desportos - aplicando um Mawashi-Gueri

 

 Relação de trabalhos Jurídicos de Luiz Roberto Nuñesos Padilla publicados 

(em construção no site http://pessoal.mandic.com.br/~padillaluiz/)

Para melhor localização pelo tema, apresentamos em ordem alfabética uma Relação de Trabalhos Jurídicos publicados em periódicos nacionais. A listagem está incompleta - faltando, principalmente, os trabalhos anteriores a 1989, e os posteriores a 1996. Os trabalhos não jurídicos estão ausentes desta primeira relação, elaborada para orientação dos alunos na Faculdade de Direito. Muitos desses trabalhos estão disponibilizados para consulta on line na página a Faculdade de Direito da UFRGS http://www.direito.ufrgs.br/corp/professores/padilla/padilla.htm mas, se não os localizar, peça nos por e-mail

 

1) Abertura na Justiça. Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, maio 1991, p.14

 

2) Acabou o dilema da ação rescisória Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, dezembro 1991, p.15

 

3) Academia de Letras Jurídicas Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, setembro 1992, p.11 ou 15

 

4) Academia de Letras Jurídicas Jornal do Comércio, Porto Alegre, 6 de setembro de 1993, p.15, Segundo Caderno

 

5) Acelerando os agravos Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, de agosto de 1991, p. 10

 

6) Advogado, artista jurisdicional (1) (primeira parte) Jornal da Manhã, Uberaba, 10 de agosto de 1995, p. 15

 

7) Advogado, artista jurisdicional (2) (segunda parte) Jornal da Manhã, Uberaba, 11 de agosto de 1995, p. 15

 

8) Advogado, artista jurisdicional Adv Advocacia Dinâmica COAD, Boletim Informativo Semanal, n 32, 11 de agosto de 1995, p. 351-350

9) Advogado: ator jurisdicional ? Jornal do Comércio, Porto Alegre, 21 de junho de 1993, p. 12 Segundo Caderno

 

10) A Assistência aos Municípios Jornal Pioneiro, Caxias do Sul, 20 de março de 1995, contracapa (Ponto Final)

11) Agilizada liquidação de sentença Jornal do Comércio, Porto Alegre, 4 de agosto de 1994, p.12 Segundo Caderno

12) Agilizada liquidação de sentença Nossos Tribunais, (doutrina) COAD, Boletim n 34/95, 25 de agosto de 1995, p. 695

13) Agilizada liquidação de sentença Adv Advocacia Dinâmica COAD, Informativo Semanal n 34, 25 de agosto de 1995, p. 370

 

14) Agravo Retido em execução não embargada, cabimento Revista de Processo, RT v.23, outubro-dezembro de 1998, p.263-268

15) A Lei 8.009 e as penhoras Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, junho 1991, p.10

 

16) Alienação fiduciária x liberdade Jornal do Comércio, Porto Alegre, 1 novembro de 1993, p. 20, Segundo Caderno

17) Alienação fiduciária x liberdade Jornal do Comércio, Porto Alegre, 9 de março de 1994, p. 16, Segundo Caderno

18) Alteração em concurso para juiz de direito Jornal de Comércio, Porto Alegre, 6 de maio de 1994, p. 11, Segundo Caderno

19) Alterada lei do divórcio Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, março 1992, p.15

20) Alternativas ao Direito? Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, julho 1992, p.15

21) A norma jurídica vista sob o enfoque da Teoria Crítica do Direito Revista de Direito Civil, RT, a.13, v.49, julho/setembro 1989, p.21-23

 

22) A nova Lei das Concessões Adv Advocacia Dinâmica COAD, Informativo Semanal n 13, 29 de março de 1994, p. 156

23) A nova Lei das Concessões Nossos Tribunais, COAD; 1994, p. 274

 

24) A regulamentação do desporto Jornal do Comércio, Porto Alegre, 29 de março de 1994, p.44

 

25) As chamadas prescrições "negativa" e "positiva" no Direito Civil Brasileiro e Português, semelhanças e diferenças Revista de Informação Legislativa, Senado Federal, Brasília, outubro a dezembro de 1990, a.27, v.108, p. 285-295

26) Assistência judiciária Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, maio 1992, p.11

27) Atualize sua CLT. Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, maio 1991, p.14

28) Bruzzi: a luta contra os abusos, Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, novembro 1991, p.11

29) Cappelletti & Dinamarco Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, março 1992, p.15

30) Carga sem procuração Jornal da OAB, Porto Alegre Carga de autos sem procuração Jornal do Comércio, Porto Alegre, 29 de junho de 1993, p. 12, Segundo Caderno

31) Castelos judiciais Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, setembro 1991, p.13

32) Caução como medida substitutiva Seleções Jurídicas, Adv Advocacia Dinâmica COAD, n 10/90, outubro de 1990, p.27-30

33) Chiovenda, jurisdição voluntária e processo penal Trabalho & Processo, Saraiva, v.7, dezembro de 1995, p. 132-139

34) Chiovenda, jurisdição voluntária e processo penal Revista de Processo, RT, v.81, janeiro-março de 1996, p. 233-239

 

35) Chovienda, jurisdição voluntária e processo penal In: A importância do Advogado para o Direito, a Justiça e a Sociedade. Coordenador Mário Antônio Lobato de Paiva. Forense, Rio de Janeiro 2000. p.351-358

36) Citação pelo Correio. Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, maio 1991, p.15

37) CNH para analfabetos Jornal do Comércio, Porto Alegre, 21 de junho de 1994, p. 10, Segundo Caderno

38) Cobrança da correção monetária nos títulos pagos em Cartório Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, outubro 1991, p.12

39) Cobrança da correção monetária dos títulos pagos em Cartório Jornal do Comércio, Porto Alegre, 11 de agosto de 1993, p. 12, Segundo Caderno

40) Códigos Disciplinares Desportivos Jornal do Comércio, Porto Alegre, 13 de dezembro de 1993, p. 14, Segundo Caderno

41) Códigos Disciplinares Desportivos Adv Advocacia Dinâmica COAD, Boletim Informativo Semanal n 4/94, 30 de janeiro de 1994, p. 44-42

42) Códigos Disciplinares Desportivos Nossos Tribunais, COAD, n 4/94, 30 de janeiro de 1994, p. 71-69

43) Códigos Disciplinares Desportivos Revista de Processo, RT, São Paulo, abril-junho de 1994, a.19, v.74, p.175-178

44) Códigos Disciplinares Desportivos Trabalho e Processo, Saraiva, v.1, junho de 1994, p. 89-93

45) Companheira pode ser legatária Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, maio 1992, p.11

46) Comparação de BTN x IPC em 1990 (a impossibilidade de se adotar o BTN como índice de correção monetária nos processos judiciais) Adv Advocacia Dinâmica COAD, Boletim Informativo Semanal n 4/91, 25 de janeiro de 1991, p. 39

47) Comparação entre os processos trabalhista e civil LTr, Suplemento Trabalhista, a.29, n 105/93, p. 671-674, São Paulo

48) Comparação entre os processos trabalhista e civil Nossos Tribunais COAD, Boletim Informativo n 36, 10 de setembro de 1993, p. 593-590

49) Comparação entre os processos trabalhistas e civil Adv Advocacia Dinâmica COAD, Boletim Informativo Semanal n 36/93, 12 de setembro de 1993, p. 459-456

50) Concordata com títulos protestados Jornal do Comércio, Porto Alegre, 22 de agosto de 1993, p. 12, Segundo Caderno

51) Concordata com títulos protestados (Jurisprudência Comentada) Revista de Processo (RT), São Paulo, janeiro-março 1994, v.73, p. 160-163

52) Concordata com títulos protestados Jornal do Comércio, Porto Alegre, 23 de maio de 1994, p. 12, Segundo Caderno

53) Concurso para Juiz pode acabar Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, fevereiro 1992, p.11

54) Concurso para juiz pode acabar Jornal do Comércio, Porto Alegre, 23 de agosto de 1993, p. 12, Segundo Caderno

55) Consórcios: aumento artificial Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, março 1992, p.15

56) Contrato de compra e venda Jornal de Comércio, Porto Alegre, 4 de maio de 1993, p. 12, Segundo Caderno

57) Controle do Judiciário e os demais poderes do Estado ADV-COAD Informativo Semanal 9/96, de 3-3-96, p. 095-096

 

58) Controle jurisdicional do abuso de medidas provisórias Adv Advocacia Dinâmica COAD, Boletim Informativo Semanal n 28/95, 14 de julho de 1995, p. 307-305

 

59) Correção monetária em Cartório de Protesto Jornal do Comércio, Porto Alegre, 27 de setembro de 1993, p.16, Segundo Caderno

 

60) Correção monetária e OTNs e a incorreção do índice adotado (Trabalhos Forenses) Revista de Processo, RT, a.16 v. 64, outubro-dezembro de 1991, p. 198-201

 

61) Correção monetária incorreta e as injustiças que provoca (como evitá-las para efetividade do Poder Judiciário) Revista de Processo, RT, a.16, janeiro-março de 1991, v. 61, p. 101-108

 

62) Correção monetária judicial pelo IGP Adv Advocacia Dinâmica COAD, Boletim Informativo Semanal n 15/93, 16 de abril de 1993, p.184-183

 

63) Correção monetária judicial pelo IGP Jornal do Comércio, Porto Alegre, 7 de abril de 1993, p. 18, Segundo Caderno

 

64) Correção monetária x OTN Adv Advocacia Dinâmica COAD, Boletim Informativo Semanal n 52/89, 27 de dezembro de 1989, p.575

 

65) Correção no cartório Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, outubro 1992, p.15

 

66) Correção por IGP. Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, agosto 1992, p.11

 

67) Correção vence BTN congelada Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, junho 1992, p.11

 

68) Critério para honorário de advogado Jornal do Comércio, Porto Alegre, 2 de abril de 1993, p.9

 

69) Críticas à Lei 8620/93 Jornal do Comércio, Porto Alegre, 20 de agosto de 1993, p. 15, Segundo Caderno

 

70) Curso de Metodologia do Ensino Jurídico trabalho em grupo do Curso de Pós-Graduação e Mestrado em Direito/UFRGS, Prof. Orientador Aurélio Wander Bastos, integrantes do grupo: Antônio Ivanir G. de Azevedo, Césio Sandoval Peixoto, Denise Feix de Vargas, Glênio José Heckmann, Jamil Andraus Hanna Bannura, Luiz Roberto Nuñes Padilla, Maria Izolina Schaurich Alster, Sônia Maria Dall`Igna e Tarcísio Battu Wichrowski. 1991

 

71) Da inspeção judicial Adv Advocacia Dinâmica COAD, Boletim Informativo Semanal n 31/91, 4 de agosto de 1991, p.325-323

 

72) Da inspeção judicial Jornal do Comércio, Porto Alegre, 11 de março de 1995, n 18, ano 64, capa do suplemento semanal Jornal da Lei

 

73) Da insuficiência da fixação percentual Revista de Processo, RT, São Paulo, julho/setembro de 1989, v. 55, p. 197-203

 

74) Da penhora em face da Medida Provisória n 143, e Lei n 8009 Adv Advocacia Dinâmica COAD, Boletim Informativo Semanal n 50/90, 14 de dezembro de 1990, p. 506-505

 

75) Depósito recursal Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, fevereiro 1992, p.11

 

76) Descanso do advogado Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, julho 1992, p.15

 

77) Despejo por falta de pagamento. Apelação com efeito suspensivo Revista de Processo, RT, v 66, p. 110-112

 

78) Direito administrativo Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, julho 1992, p.15

 

79) Direta Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, março 1992, p.15

 

80) Do Recurso Especial ao Superior Tribunal de Justiça Adv Advocacia Dinâmica COAD, Boletim Informativo Semanal n 44/92, 30 de outubro de 1992, p.487-485

 

81) Documentação jurídica Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, dezembro 1991, p.15

 

82) Efeito suspensivo em despejo Jornal do Comércio, Porto Alegre, 22 de agosto de 1994, p. 18, Segundo Caderno

 

83) Em defesa do preço justo Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, maio 1992, p.11

 

84) Embargos de divergência Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, março 1992, p.15

 

85) Embargos declaratórios contra despachos Jornal do Comércio, Porto Alegre, a.62, n 153, 4 de janeiro de 1995, p.2, Segundo Caderno

 

86) Embargos declaratórios contra despachos Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, outubro 1991, p.12

 

87) Embargos declaratórios contra despachos Adv Advocacia Dinâmica COAD, Boletim Informativo Semanal n 20/95, 19 de maio de 1995, pág. 196

 

88) Embargos declaratórios contra despachos Revista de Processo, RT, São Paulo, v. 82, abril-junho 1996, p.222-223

 

89) Escravidão nunca mais Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, julho 1992, p.15

 

90) Estado condenado a indenizar morte em assalto Jornal do Comércio, Porto Alegre, 20 de setembro de 1993, p. 15, Segundo Caderno

 

91) Estado condenado a indenizar morte em assalto Revista de Processo, RT, São Paulo, v. 76, p. 94-96

 

92) Europa orienta Mercosul Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, abril 1992, p.14

 

93) Fiança, interminável, "imexível"? Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, setembro 1991, p.13

 

94) Finalmente, repouso semanal Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, junho 1992, p.11

 

95) Galeno Lacerda adere à natureza cautelar do mandado de segurança contra ato judicial Revista de Processo, RT, São Paulo, v. 67,outubro-dezembro de 1991. p. 192-193

 

96) Gestantes Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, fevereiro 1992, p.11

 

97) Honorários advocatícios. Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, maio 1991, p.14

 

98) Honorários em causas pequenas Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, dezembro 1992-janeiro 1993, p.11

 

99) Identidade física do juiz Jornal do Comércio, Porto Alegre, 30 de julho de 1993, p. 19, Segundo Caderno

 

100) Imparcialidade Judicial in Seleções Jurídicas Adv Advocacia Dinâmica COAD, n 7/95, julho de 1995, p.43-44

 

101) Imparcialidade Judicial versus Discricionariedade Administrativa in Revista da Faculdade de Direito da UFRGS, v.12, 1996, p.209-215

 

102) Impeachment x Estado de direito Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, agosto 1992, p.11

 

103) Imposto de Renda Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, fevereiro 1992, p.11

 

104) Impunidade x processo penal Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, setembro 1992, p.11 ou 15

 

105) Imunidade dos Vereadores. Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, maio 1991, p.14

 

106) Instrumento público no mandato: necessidade Jornal do Comércio, Porto Alegre, 26 de novembro de 1993, p. 15, Segundo Caderno

 

107) Judiciário e demais Poderes Jornal do Comércio, Porto Alegre, 13 de março de 1996, p.19, Legislação & Espaço Vital

 

108) Judiciário é diferente do Legislativo e do Executivo In: Revista da advocacia pública-Publicação Oficial do Instituto Brasileiro de Advocacia Pública, Editora ADCOAS. Ano VI, edição 12. dezembro de 2000. p. 28-30.

 

109) Juiz e advogado Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, julho 1991, p.12

 

110) Julgamento do TRT Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, julho 1991, p.12

 

111) Julgamento final Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, julho 1992, p.15

 

112) Julgamentos secretos Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, agosto 1991, p.10

 

113) Justiça aos leiloeiros Jornal do Comércio, Porto Alegre, 18 de maio de 1993, p.16, Segundo Caderno

 

114) Justiça com o fiador Jornal do Comércio, Porto Alegre, 7 de março de 1994, p.12, Segundo Caderno

 

115) Justiça "falida" Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, agosto 1992, p.11

 

116) Justiça para rescisória Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, junho 1992, p.11

 

117) Leis e medidas provisórias Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, setembro 1991, p.13

 

118) Licenciados veículos multados Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, maio 1992, p.11

 

119) Limitando a má-fé em execuções fiscais Jornal do Comércio, Porto Alegre, 18 de julho de 1994, p.12, Segundo Caderno

 

120) Linguagem Jurídica Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, junho 1992, p.11

 

121) Litigância de má-fé Revista de Crítica Judiciária, Leud Uberaba-MG, 1989, v. 5, p. 197-200

 

122) Litigância de má-fé nas JCJs: aplica-se o princípio da lealdade na Justiça do Trabalho? Revista LTr, v.57 (ano 57) n 3, março de 1993, p. 277-282

 

123) Litigância de má-fé no CPC reformado Revista de Processo, RT, São Paulo, abril-junho 1995, a.20, v.78, p.101-107

 

124) Litigância de má-fé no CPC reformado Revista Trabalho e Processo, Saraiva, São Paulo, junho de 1995, v.5, p.26-33

 

125) Locação ou loucação? Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, agosto 1991, p.11

 

126) "Loucação" não, locação Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, março 1992, p.15

 

127) "Loucação" não, locação Jornal do Comércio, Porto Alegre, 5 de julho de 1993, p.20, Segundo Caderno

 

128) Mandado de Segurança contra omissão judicial Revista de Processo, n 72, outubro-dezembro de 1993, pág. 161-162

 

129) Mandado de Segurança contra omissão judicial Jornal do Comércio, Porto Alegre, 19 de julho de 1993, p.16, Segundo Caderno

 

130) Modificação mediante embargos de declaração Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, outubro 1991, p.12

 

131) Muda perícia no CPC Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, setembro 1992, p.11 ou 15

 

132) Nome comercial x marca-INPI Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, dezembro 1992-janeiro 1993, p.11

 

133) Nome comercial x marca INPI Jornal do Comércio, Porto Alegre, 10 de setembro de 1993, p.11, Segundo Caderno

 

134) Notas sobre a Reforma do Código de Processo Civil CAAR/Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1996, 26 p.

 

135) Nova Lei de Falências [parte inicial] Jornal da Manhã, Uberaba, Minas Gerais, 13 de julho de 1995, pág. 15

 

136) Nova Lei de Falências Jornal do Comércio, Porto Alegre, 14 de julho de 1995, p.2, Segundo Caderno

 

137) Nova Lei de Falências [segunda parte] Jornal da Manhã, Uberaba, Minas Gerais, 14 de julho de 1995, pág. 15

 

138) Nova Lei de Falências [parte final] Jornal da Manhã, Uberaba, Minas Gerais, 15 de julho de 1995, pág. 15

 

139) Nova Lei de Falências [Atualidades] Revista de Processo, RT, São Paulo, ano 20, v.80, outubro-dezembro 1995, p.147-150

 

140) Nova Lei de Falências in Seleções Jurídicas Adv Advocacia Dinâmica COAD, n 1/96, janeiro de 1996, p.15-17

 

141) Novas queixas do Bispo Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, setembro 1991, p.12-13

 

142) Novas Súmulas do STJ Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, dezembro 1991, p.15

 

143) Novas Súmulas do STJ(II) Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, julho 1992, p.15

 

144) Novo direito de família (2) Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, fevereiro 1992, p.11

 

145) Nula a cambial por procuração Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, fevereiro 1992, p.11

 

 

146) O stress na advocacia Zero Hora; 27 de outubro de 1986, p. 35

 

147) Observações de Luiz Nuñes Padilla [à Acórdão condenando como litigante de má-fé] Revista de Processo, RT, São Paulo, v.64, p.268-269

 

148) O direito é maior que a lei. Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, dezembro 1991, p.15

 

149) O "mandamus" Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, setembro 1992, p.11 ou 15

 

150) O novo direito de família Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, julho 1991, p.13

 

151) O novo "Direito Público do Trabalho" Adt, Advocacia Trabalhista, COAD, janeiro 1994, n 3, p. 28

 

152) O novo "Direito Público do Trabalho" Suplemento Trabalhista Ltr, ano 30, n 9/94, p. 57-58

 

153) O novo "Direito Público do Trabalho" Jornal do Comércio, Porto Alegre, 28 de dezembro de 1993, p.12, segundo Caderno

 

154) O renascer da Revista da Faculdade de Direito Jornal do Comércio, Porto Alegre, 16 de março de 1994, p. 15, Segundo Caderno

 

155) O repouso semanal remunerado Revista LTr 1990, ano 54 n 54-2, fevereiro de 1990, p. 208-215

 

156) Origem do ICMS nas duplicatas Jornal do Comércio, Porto Alegre, 28 de outubro de 1994, p.18, Segundo Caderno

 

157) Origem do ICMS nas duplicatas, praça de pagamento e concordata, apesar da existência de protestos Adv Advocacia Dinâmica COAD, Boletim Informativo Semanal n 39/95, 29 de setembro de 1995, p.432-431

 

158) Pena de morte Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, dezembro 1991, p.15

 

159) Perícia, Inovações da Lei 8455/92 Jornal do Comércio, Porto Alegre, 20 de abril de 1993, p. 52, Segundo Caderno

 

160) Polêmicas criminais Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, setembro 1991, p.13

 

161) Polêmicas do inquilinato Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, agosto 1991, p.11

 

162) Polêmicas na ação penal Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, julho 1991, p.13

 

163) Polígrafo para acompanhamento de aulas "Noções de Direito Civil para Concursos", concurso de auditor de finanças públicas

 

164) Porque existe inflação Jornal do Comércio, Porto Alegre, 8 de junho de 1993, p.12, Segundo Caderno

 

165) Porque existe inflação Adv Advocacia Dinâmica, COAD, 18 de junho de 1993, p.281-280

 

166) Porque existe inflação Jornal da Manhã, Uberaba, Minas Gerais, ano 21, n 6624, 29 de junho de 1994, p. 9

 

167) Posse derrota propriedade Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, setembro 1991, p.13

 

168) Preclusão consumativa na nulidade Jornal do Comércio, Porto Alegre, 17 de maio de 1993, p.16, Segundo Caderno

 

169) Preclusão consumativa na nulidade Adt, Advocacia Trabalhista, COAD, Informativo Semanal 30/93, 30-7-93, p.321-320

 

170) Problemas com Leiloeiro Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, agosto 1991, p.10

 

171) Processando a União Federal pela impenhorabilidade da Lei 8009/90 Adv, Advocacia Dinâmica, COAD, Boletim Informativo Semanal 24/95, 18 de junho de 1995, p.251-248

 

172) Quem patrocinou a impenhorabilidade da moradia da Lei 8009, em flagrante inconstitucionalidade? Jornal do Comércio, Porto Alegre, 9 de fevereiro de 1995, p.2, Segundo Caderno

 

173) Reajuste de aluguel Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, outubro 1992, p.15

 

174) Repensando o Mandado de Segurança contra omissão judicial Jornal do Comércio, Porto Alegre, 21 de dezembro de 1994, p.2, Segundo Caderno

 

175) Repensando o Mandado de Segurança contra omissão judicial Adv Advocacia Dinâmica, COAD, Boletim Informativo Semanal, n 35/95, 1-9-95, p.384-382

 

176) Repensando o Mandado de Segurança contra omissão judicial Nossos Tribunais, COAD, n 35/95, 3 de setembro de 1995, p. 714-713

 

177) Repensando o Mandado de Segurança contra omissão judicial Revista de Processo, IBDP, n 91, julho-setembro de 1998, p. 265-267

 

178) Responsabilidade Civil do Estado por ato jurisdicional Adv Advocacia Dinâmica, COAD, Boletim Informativo 9/93, 5 de março de 1993, p.107

 

179) Revisão constitucional ou golpe? Adv Advocacia Dinâmica COAD, Informativo Semanal 50/93, dez/93, p.636

 

180) Revisão Constitucional ou golpe? Jornal do Comércio, Porto Alegre, 18 de janeiro de 1994, p.8, Segundo Caderno

 

181) Revisão de aluguel Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, agosto 1992, p.11

 

182) Revisão de aluguel x acordo Jornal do Comércio, Porto Alegre, 1 de março de 1994, p.13, Segundo Caderno

 

183) Sentença anulada Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, abril 1992, p.14

 

184) Shakespeare em julgamento Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, outubro 1991, p.12

 

185) Substituição processual Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, julho 1991, p.12

 

186) Súmulas do STJ. Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, maio 1991, p.15

 

187) Súmulas do STJ (III) Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, outubro 1992, p.15

 

188) Súmulas do TARGS Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, julho 1991, p.12

 

189) Súmulas do TJRGS Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, junho 1991, p.10

 

190) Sumulas do TRF Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, dezembro 1992-janeiro 1993, p.11

 

191) Súmulas trabalhistas Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, julho 1992, p.15

 

192) Temas atuais e polêmicos. Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, maio 1991, p.10

 

193) Teoria Geral da Prescrição Jornal do Comércio, Porto Alegre, 29 de abril de 1993, p. 24, Segundo Caderno

 

194) Títulos pagos em cartório de protesto pelo valor nominal e a posterior cobrança judicial da correção monetária Adv Advocacia Dinâmica COAD, Informativo Semanal 25/92, 19-6-92, p.269-267

 

195) Títulos pagos em Cartórios de Protesto pelo valor nominal e a posterior cobrança judicial da correção monetária [notas e comentários] Revista de Processo, RT, São Paulo, abril-junho de 1993, v. 70, p. 226-231

 

196) TJ condena "jogo do bicho" Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, fevereiro 1992, p.11

 

197) TV e ventilador, penhoráveis Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, dezembro 1992-janeiro 1993, p.11

 

198) TV e ventilador são penhoráveis Jornal do Comércio, Porto Alegre, 6 de julho de 1994, p.12, Segundo Caderno

 

199) Usucapião de telefone Jornal da OAB-RS, Porto Alegre, Ipsis Litteris, julho 1991, p.12

 

200) Valor do dano moral no aponte para protesto sem causa Adv Advocacia Dinâmica COAD, Informativo Semanal 27/94, 8-7-94, p.342-343

 

201) Valor do dano moral no aponte para protesto sem causa Jornal da Manhã, Uberaba Minas Gerais, ano 21, n 6619, 23 de junho de 1994, p.9

 

202) Valor do dano moral no aponte para protesto sem causa Revista Nossos Tribunais, 1994, p. 608

 

203) Valor do dano moral no aponte para protesto sem causa [Atualidades Nacionais] Revista de Processo, RT, São Paulo, outubro-dezembro de 1996, v. 84, p. 246-248

 

204) Veículos multados podem ser licenciados Jornal do Comércio, Porto Alegre, 27 de maio de 1993, p.12, Segundo Caderno

 

205) Veículos usados importados Jornal do Comércio, Porto Alegre, 5 de outubro de 1993, p.11, Segundo Caderno

 

206) Vítimas de Gás Devem Recorrer à Justiça Zero Hora, 24 de abril de 1984

 

Bem, Dear Friend...

Você chegou até aqui... Certamente cansou

Mas lembres, não estás menos cansado que eu !

Foi trabalhoso registrar tudo no papel,

Digo, na telinha...

Dá muito mais trabalho que ler...

Ambos precisamos descansar

Então... Que estás esperando?

Vamos embora ?

Venha, aproveite a carona no Mustang...

A propósito, quem puder conhecer a Califórnia, gaste uns dólares a mais, vale cada centavo: O prazer de dirigir um conversível, sob aquelas condições climáticas não tem preço.

Na terra que produz vinhos fantásticos, visite OceanVile, próximo a Miramar (Fightertown, a cidade dos caças).

Não é a toa que na casinha acima foram ambientadas as cenas românticas de TopGun.

Ela fica em frente ao mar. Uma mostrinha do visual da casa è

 

 

 

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